quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O filme do momento

Como quase toda a população do mundo ocidental, também eu já rumei a uma sala de cinema para ver o «Avatar». Aliás, a antestreia mundial foi em Londres, por onde eu me passeei e tive, por isso, uma óptima oportunidade de ver in loco a passadeira azul (sim, era mesmo azul). Não sendo o meu género de filme, tenho de confessar que fiquei rendida. De facto, visualmente é O filme. O argumento é bem melhor do que eu esperava e tirando algumas «americanices» pelo meio, é mesmo muito bom!

Entretanto, não pude deixar de me lembrar, era eu pequenita, quando a determinada altura, por ocasião da transmissão do filme «O Monstro do Lago Ness» na RTP, colocaram na caixa do correio os óculos de papel, com uma lente azul e outra vermelha. Lembro-me não encontrar diferença nenhuma e de continuar a ver tudo a duas dimensões... mas pior. Finalmente, graças à tecnologia, temos uns óculos mais fashion (pouco, muito pouco) e que transformam, de facto, ET's em figuras mais «reais». É até ao ponto de passarmos a achar aqueles seres azuis bonitos! A partir daqui, será sempre a melhorar... seja lá o que for que nos espera!

Il dolce fare... quase niente!

Gosto de semanas assim. Há trabalho para se fazer mas sem a pressão habitual do "tudo é para ontem". Hoje já houve almoço de ano novo com esta equipa de trabalho (aglutinada mas não delapidada) que é maravilhosa. E depois do almoço, só faltou mesmo uma sesta...

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Qual é coisa, qual é ela...

Passa no mais canal mais feminino
De toda a tv portuguesa
Ninguém confessa que o viu
Muitos o vêem de certeza!

Alguém arrisca?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

E agora... as fotos!

Como prometido, aqui ficam algumas das fotos da viagem da semana passada ;)



Avebury - A minha mão numa pedra megalítica


Glastonbury


O túmulo (suposto) do Rei Artur


Tor - Glastonbury


Stonehenge


Carnaby Street


Covent Garden


Museu de História Natural
(mais parece o castelo de Hogwarts)




O pelicano


St. James Park (o meu preferido)




Picadilly Circus

Estou francamente ansiosa por voltar... e ficar por lá!

domingo, 13 de dezembro de 2009

Eu avisei

Eu sabia que esta viagem seria um erro. Tinha a certeza absoluta de que não iria querer voltar. E não quis, de maneira que me esforcei tanto que perdi o avião. O resultado foram 12 horas passadas no aeroporto, algumas a dormir no melhor hotel da área: umas dezenas de bancos alinhados que faziam o lugar de uma cama king size!

Da semana de férias, fotos brevemente ;)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

"O" candidato

Qual é o aspecto mais positivo que considera ter? Qual é a expectativa que tem em relação a este trabalho? Por que razão deveríamos escolher a sua candidatura em detrimento de todas as outras que recebemos?

Certamente, todos reconhecemos este tipo de perguntas. Todos já estivémos em algumas (ou muitas) situações semelhantes. As questões repetem-se, mudam-se apenas uns pormenores aqui e ali. As entrevistas sucedem-se e a cada uma delas, a confiança quebra-se um pouco mais. Há dois anos, andava eu de entrevista em entrevista, dando as mesmas respostas, procurando adequá-las a cada empregador e estava longe de imaginar que tão cedo, estaria do outro lado.

A primeira fase foi a de seleccionar apenas alguns CV's de entre umas dezenas daqueles que nos chegaram. Como podemos excluir alguém? Um currículo vale o que vale e diz-nos pouco sobre quem é aquela pessoa, qual a sua capacidade de trabalho, se é empenhada e dedicada e se será capaz de cumprir as expectativas. Ou seja, pelo caminho, ficaram muitos que perderam a oportunidade de demonstrá-lo. Depois vem a segunda fase, um pouco mais precisa, na medida em que o contacto presencial deixa-nos perceber melhor quem está daquele lado. E lá está, repito as mesmas perguntas, ouço as mesmas repostas e espero saber escolher o melhor candidato. Por enquanto, ainda só vou nas entrevistas e já estou angustiada por todos os outros que, por decisão minha, continuarão neste ciclo quase interminável.

Excluídos à partida, só mesmo os que têm emails do tipo: coelhinhacaty@hotmail.com. Quanto aos outros... espero que tenham melhor sorte na próxima!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Quem não anda à chuva, também se molha!

Tudo começou na cozinha. Um dia, ao abrir o frigirífico senti as pantufas molhadas... WTF? De onde vem isto? Lá percebemos: da máquina da roupa que a cada lavagem "cospe" mais de metade da água. Vem o senhor da loja onde a comprámos, olha durante 7 minutos para a dita e conclui: «O problema não é da máquina. É aquele cano lá atrás que está a deitar água. E como o problema não é da máquina, tem de nos pagar a deslocação no valor de 50€.» Depois de mandar uns palavrões para o ar e pedir desculpa pelos mesmos, lá pagámos. Entretanto, aguardamos para breve a visita do Sr. canalizador. Não lavar roupa é impossível e, de cada vez que o fazemos, o chão da cozinha fica... alagado!

Hoje, depois de pequenas molhas entre a porta do prédio e o carro e vice-versa, chego a casa, descalço-me, ponho o pé em cima do tapete da sala e... isso mesmo! Encharcado! Começo a olhar, abro a porta da varanda e toda ela era um pequeno lago. E assim, comprovei que aquele pequenino buraco lá em baixo, tem mesmo uma função: escoar a água da chuva! No entanto, é preciso que não esteja entupido...

Com duas divisões da casa em franca concordância com o estado do tempo, esperemos que amanhã acorde sã, salva e seca!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Massive Attack


E pronto, lá fui eu. Se podia ter sido mais melódico? Podia. Se podia ter havido mais interacção com o público? Podia. E por isso, não foi a mesma coisa! Ainda assim, valeu por alguns clássicos como «Future Proof», «Tear Drop» e «Karmacoma». Valeu sobretudo pelas imagens e pelas mensagens. Não tendo sido fenomenal, foi bom!

A caminho de Avalon

Depois de «O Solista» (melhor o livro que o filme, apesar das excelentes representações), decidi finalmente terminar a saga de Avalon. Li os três primeiros já há algum tempo e achei que a minha mini-viagem a Glastonbury, prevista para Dezembro, seria mais do que inspiração. Por isso, nos próximos tempos estou de regresso ao mundo das fadas e à corte do Rei Artur. Desengane-se quem achar que isto é coisa para crianças... Pecado, intriga e reflexão são as palavras-chave!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

The sound of music

A música, como poucas coisas, tem uma capacidade extraordinária de nos fazer reviver o passado. Mais do que nos trazer recordações, faz-nos sentir as sensações e emoções que pertencem a um pedaço de tempo. Não é só lembrar-nos de alguém, é lembrar-nos de maneira precisa como nos sentimos, é voltarmos a sentir a alegria, o encantamento e a tristeza. Às vezes, somos transportados para outros lugares e para outras pessoas. Mais raro, é esses lugares e pessoas «regressarem» a nós por breves minutos. Por instantes, não é só a memória, não é só recordar. É viver agora o que já não existe. Hoje vivi assim.

Imagem daqui.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

sábado, 7 de novembro de 2009

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Aplausos!

Finalmente, alguém reage à ilegalidade e vergonha a que muitas pessoas são sujeitas repetidamente. Parabéns ao Carga de Trabalhos. Aqui.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Sem Abrigo

Começo a escrever. Em alguns dias tenho saudades tuas. Depois páro e recomeço. Em alguns dias, tenho saudades de quem eu era contigo. Refaço novamente. Algumas vezes, tenho saudades do conforto que sentia quando estava contigo. Agora, sinto que acertei. Não é de ti que vem a saudade, nem tão-pouco de mim. Prefiro-me agora. Do que sinto falta é da sensação de segurança que nunca mais repeti. É do aconchego, daquele aperto como se fosse um abraço que nos faz «sentir em casa». Continuo. Agora, é só vulnerabilidade. Houve momentos em que esse abraço invisível quase existiu mas, em todos eles, nunca passou de um vislumbre. E eu sabia-o. Páro e releio o que acabei de escrever. Pergunto-me porque te dirigi este texto. A resposta salta de imediato. Porque és a minha única testemunha. Entristeço-me e preocupo-me (características tão minhas). Já sei tudo o que me vão dizer, perguntar, comentar comigo e entre si, depois de lerem isto. E é quando ganho a certeza. Estas palavras não são tuas. São só sobre mim. Fim.

sábado, 24 de outubro de 2009

Bom fim-de-semana!


Título: S/T
Autoria: Gonçalo Afonso Dias

:(


A minha orquídea morreu. Quero outra!

Ontem à noite...

Surgiu a seguinte conversa:

Senhora - Nome?
Eu - Blá blá blá
Senhora - Idade?
Eu - 29. (Agora que penso nisto acho que lhe disse que tinha 28...)
Senhora - E vem de onde?
Eu - Não faço a mais pequena ideia!

Toda a gente tem direito a pirar de vez em quando, certo?

P.S. A verdade é que não ouvi bem a pergunta da senhora...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Faça-se luz

As novas tecnologias facilitam-nos a vida. Quanto a isso, ninguém tem dúvidas. O progresso tecnológico é amigo do ambiente. Disto, também ninguém duvida. As máquinas de lavar roupa consomem menos água, os detergentes poluem menos e os carros têm vindo a reduzir as emissões de CO2. Tudo coisas muito boas, é certo. No entanto, há um aspecto neste campo onde a poupança de energia é rainha, que me deixa os cabelos em pé... ou outras coisas na mão. Refiro-me aos sistemas de poupança de luz que funcionam detectando o movimento. Seria uma ideia genial, não fosse deixar-nos completamente às escuras, em pleno acto da natureza, por essas casas de banho públicas país afora. Uma vez que as ditas luzes só se acendem quando há movimento, quando não há, apagam-se. E convenhamos, enquanto estou a fazer um chichi, não estou propriamente a dançar o chachachá! Portanto, às cegas, lá vou eu balançando os braços para baixo e para cima, até que se faça luz. E se algumas luzes cedem após duas braçadas, algumas são mais teimosas e exigentes e tenho de aguardar até estar a postos para balançar-me um bocadinho mais. Aos cientistas, vendedores, donos de cafés e restaurantes, o meu bem-haja pela atitute pró-ambiente, mas da próxima vez que pensarem em instalar uma dessas geringonças, lembrem-se: Poupança energética sim, mas com sensores verdadeiramente inteligentes!

P.S. Uma vez que estas luzes não me escolhem só a mim para se apagarem quando mais precisamos delas, qualquer dia surge no Facebook um grupo anti-luzes "inteligentes" nas casas de banho públicas. Vão por mim...

domingo, 18 de outubro de 2009

Como transformar uma boa noite numa manhã... azeda!

O restaurante era óptimo, com boa comida e simpatia. A companhia foi muito boa. Horas a fio a pôr a conversa em dia que confirmam, sem sombra para dúvidas, muitos anos de amizade. O pézinho de dança acompanhado da caipirinha (que entretanto acabou?!) e as risadas permanentes. Sexta-feira foi uma boa noite... Não fosse teres vomitado no meu colchão!

Ok, estás perdoada ;)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

I Gotta Felling...

... Que há talento e boa disposição!

Na semana de recepção ao caloiro, alunos de Comunicação de uma universidade no Canadá (UQAM) fizeram este vídeo. Para além de bem muito bem feito, conseguiram gravá-lo em apenas 2h15 minutos! Quem sabe, esta seja uma boa promessa de novos profissionais de Cinema e Televisão. Para ouvir (bem alto) e ver!


sábado, 3 de outubro de 2009

Bom fim-de-semana!


Título: Amália
Autoria: João António

Descansadamente só

Finalmente tenho um momento de puro relaxe no sofá... Parece que passo toda a semana a correr. Começa logo de manhã quando o despertador toca, prolonga-se durante o dia de trabalho e só termina mesmo ao fim do dia depois de ter tentado resolver pequenas pendências que, inevitavelmente, se acumulam na vida de todos: ir aos correios, ir a uma consulta no médico, passar nas finanças, ir ver a mãe, o pai, a avó e a irmã, as amigas que não estão esquecidas, embora pareçam... Conjugar tudo isto com as pequenas obrigações diárias pode tornar-se verdadeiramente desgastante. Os momentos de sossego escasseiam e os que existem são passados a planear a agenda dos dias seguintes. E se não tenho saudades dos tempos da escola, sinto muita falta do tempo livre que essa condição oferecia. A parte mais assustadora de tudo isto é saber que não vai melhorar. Aliás, a tendência será sempre para piorar: as responsabilidades crescem para além das nossas possibilidades e levam-nos (muitas vezes) o discernimento e o equilibrio a que tamanha correria obriga! Dito isto, a minha noite será passada em casa, entre a Fox Life e a leitura do «Barroco Topical» que já se prolongou para lá do aceitável. E não vale a pena insitirem: não vou!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O que me vai na alma?


As fura-casamentos

Este Sábado fui a um casamento. Se conhecia a noiva? Não. E o noivo? Pois... também não. Vá, tinha visto o noivo uma vez, de fugida, há alguns anos. A indumentária? Calças de ganga, uma estreia total em casórios! Como é que lá fui parar? Isso já é outra história... O sítio era muito, muito giro e o caldo verde soube-me pela vida! Sim, porque mesmo que tenha lá passado (quase) por engano, não me fiz de rogada a aconchegar a barriguinha. E porque algumas vezes a realidade imita a ficção, não fui a única penetra: a Chica estava comigo a fazer pendant, qual Owen Wilson e Vince Vaugh... Só que com menos pêlos e narizes mais modestos!

Vá... E com muito menos entusiasmo!

Rescaldo

Para quem teme as maiorias absolutas, não sei o que é pior: se a maioria absoluta em si ou se uma coligação com o CDS-PP! Não é certa, mas é provável.

domingo, 13 de setembro de 2009

São voltas e voltas...

As últimas semanas foram emocionalmente mais intensas que o habitual, com algumas incursões do passado ao presente. É como se algumas pessoas e situações tivessem subitamente regressado para me dizer que está tudo bem e que agora, finalmente, posso seguir em frente. Na prática, a vida não mudou muito: continuo a mal dizer a tudo e todos assim que o despertador toca, não ganhei o euromilhões nem nenhuma viagem à volta do mundo e também não vou enfrentar o desafio da maternidade dentro de poucos meses. É uma pequena coisa aqui e outra ali, um regresso e uma presença, uma certeza e uma apreensão. São momentos, pessoas e situações que vão lentamente tecendo uma mudança que anuncia novas perspectivas, objectivos e desafios. É um turbilhão de emoções que, mesmo que saibamos onde começam, não sabemos para onde nos levam. É a vida a trocar-nos as voltas nas voltas que dá...