
A Erica Strange, sem sombra de dúvida. Acho que se inspiraram em mim e na minha vida para a criar.
As novas tecnologias facilitam-nos a vida. Quanto a isso, ninguém tem dúvidas. O progresso tecnológico é amigo do ambiente. Disto, também ninguém duvida. As máquinas de lavar roupa consomem menos água, os detergentes poluem menos e os carros têm vindo a reduzir as emissões de CO2. Tudo coisas muito boas, é certo. No entanto, há um aspecto neste campo onde a poupança de energia é rainha, que me deixa os cabelos em pé... ou outras coisas na mão. Refiro-me aos sistemas de poupança de luz que funcionam detectando o movimento. Seria uma ideia genial, não fosse deixar-nos completamente às escuras, em pleno acto da natureza, por essas casas de banho públicas país afora. Uma vez que as ditas luzes só se acendem quando há movimento, quando não há, apagam-se. E convenhamos, enquanto estou a fazer um chichi, não estou propriamente a dançar o chachachá! Portanto, às cegas, lá vou eu balançando os braços para baixo e para cima, até que se faça luz. E se algumas luzes cedem após duas braçadas, algumas são mais teimosas e exigentes e tenho de aguardar até estar a postos para balançar-me um bocadinho mais. Aos cientistas, vendedores, donos de cafés e restaurantes, o meu bem-haja pela atitute pró-ambiente, mas da próxima vez que pensarem em instalar uma dessas geringonças, lembrem-se: Poupança energética sim, mas com sensores verdadeiramente inteligentes!
O restaurante era óptimo, com boa comida e simpatia. A companhia foi muito boa. Horas a fio a pôr a conversa em dia que confirmam, sem sombra para dúvidas, muitos anos de amizade. O pézinho de dança acompanhado da caipirinha (que entretanto acabou?!) e as risadas permanentes. Sexta-feira foi uma boa noite... Não fosse teres vomitado no meu colchão!