quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Aplausos!

Finalmente, alguém reage à ilegalidade e vergonha a que muitas pessoas são sujeitas repetidamente. Parabéns ao Carga de Trabalhos. Aqui.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Sem Abrigo

Começo a escrever. Em alguns dias tenho saudades tuas. Depois páro e recomeço. Em alguns dias, tenho saudades de quem eu era contigo. Refaço novamente. Algumas vezes, tenho saudades do conforto que sentia quando estava contigo. Agora, sinto que acertei. Não é de ti que vem a saudade, nem tão-pouco de mim. Prefiro-me agora. Do que sinto falta é da sensação de segurança que nunca mais repeti. É do aconchego, daquele aperto como se fosse um abraço que nos faz «sentir em casa». Continuo. Agora, é só vulnerabilidade. Houve momentos em que esse abraço invisível quase existiu mas, em todos eles, nunca passou de um vislumbre. E eu sabia-o. Páro e releio o que acabei de escrever. Pergunto-me porque te dirigi este texto. A resposta salta de imediato. Porque és a minha única testemunha. Entristeço-me e preocupo-me (características tão minhas). Já sei tudo o que me vão dizer, perguntar, comentar comigo e entre si, depois de lerem isto. E é quando ganho a certeza. Estas palavras não são tuas. São só sobre mim. Fim.