sexta-feira, 29 de abril de 2011

Casório real #3

Amei o vestido da Catarina Isabel!


Casório real #2

A cidade está toda «vestida» a preceito para a boda. É bandeirinhas por todo o lado, inclusivamente nos supermercados. Encontrei guardanapos com a bandeira britânica estampada em jeito de comemoração do grande acontecimento. Dada a dificuldade em encontrá-los no dia-a-dia, sou levada a acreditar que a malta aqui só limpa a boca em dias de festa...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011

NHS

Hoje tive a minha primeira experiência com o sistema de saúde britânico. Correu bem. Confesso que há alguns anos que não recorro ao português mas creio que as diferenças devem ser algumas. Ora vejamos:

  • Envio de sms ontem a relembrar a consulta de hoje.
  • Tempo de espera entre a hora marcada e a hora em que entrei para o gabinete médico: 15 minutos.
  • Consulta rápida e focada apenas nos aspectos importantes (apesar de ter uma aprendiz a observar tudo muito atentamente).
  • Total imparcialidade: tal como os próprios anunciam, ali não há espaço para julgamentos (ainda que por um momento ou outro eu me tenha sentido embaraçada).
  • Medicação tomada in loco.
  • Análises: colheitas feitas na hora.
  • Brindes: alguns.
  • Custo: £0!

Mais uns pormenores que me parecem muito pertinentes (embora completamente estranhos à realidade portuguesa), e foi o suficiente para ter a certeza de que me encontro no primeiro mundo. E são este tipo de coisas que me fazem gostar cada vez mais deste país!

Dentro de duas semanas, receberei o resultado das análises por sms. Muito à frente, não?

Irritante!

Quando será que vão parar com a votação para casórios no FB? É que não se cansam! O meu feed de notícias mas parece um peditório para Santo António. «Votem nestes que eu conheço», «Malta, são meus amigos», «Vá lá, realizem o meu sonho». É que já não há saco... Podem parar com isso, se faz favor? 

E já agora, um recadinho aos senhores das Páginas Amarelas: dediquem-se a fazer aquilo que sabem fazer melhor, ou seja, folhas para enrolar as castanhas!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Home sweet home!

Após dois meses (a estadia mais longa longe de casa, desde sempre), regressei por uns dias a Lisboa. Foram poucos e mal deu para matar as saudades e deliciar-me com tudo aquilo que me apetecia. Os caracóis à beira-mar ficam para outras núpcias e uma sangria na esplanada da Graça também. Ainda assim, foi muito bom poder abraçar tantas pessoas que adoro! 

Confesso que a chegada foi a parte mais emotiva. Quando no avião informaram que iríamos iniciar a descida para Lisboa, desatei num pranto e pensei que não fosse ser capaz de parar. Enquanto olhava pela janela e via Lisboa lá em baixo, dei-me conta do quanto adoro esta cidade e este país. Mesmo estando afundado numa crise sem precedentes e mergulhado numa depressão colectiva, a sensação de pertença é demasiado forte. Já o tenho dito muitas vezes: um dia vou voltar!

No espaço de apenas 3 dias, houve lugar a todo o tipo de acontecimentos e notícias. No Domingo à noite, entre amigos, recebemos a triste notícia de uma pessoa que partiu. Segunda-feira, logo pela manhã, recebi a maravilhosa novidade de que mais um sobrinho (ou sobrinha) vem a caminho!

Por agora, já me encontro em contagem decrescente para a próxima visita, com direito a caracóis, praia, sangria e sardinhas! Santos Populares me aguardem!


P.S. E enquanto andava por aqui à procura de fotos de Lisboa, dei-me conta da enormidade de saudades que já sinto... A minha cidade é a mai' linda do mundo!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

2 meses

Dois meses em Londres feitos hoje. O balanço do segundo mês é francamente melhor do que o do primeiro. Já tenho trabalho e algumas perspectivas de mudanças e boas novidades para breve. E que este último mês seja só um cheirinho do que ainda está para vir!

Imagem daqui.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Lost in translation

Literalmente. Eu até percebo inglês bastante bem e não tenho tido grandes dificuldades em perceber o que me dizem, sobretudo quando é por escrito. Logo agora, a trocar mensagens com um canadiano simpático, não percebi o que me quis dizer. Estranha escolha de palavras ou diferença cultural?